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Expansão de horizontes

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Os últimos dias têm sido, além da aprendizagem, dias de muita reflexão. Uma viagem sem alguém conhecido é, também, uma grande fonte de conhecimento em todos os âmbitos, visto o maior tempo disponível para tais reflexões, haja vista não ter as pessoas supracitadas para lhe auxiliarem em qualquer situação sem planejamento que porventura aconteça.
          Nestes momentos específicos que realmente vamos nos conhecendo. Olhar para os dois lados e não haver faces que lhe trazem uma história vivida em conjunto é, sem dúvidas, muito difícil de saber como agir e isto faz parte da aprendizagem que vos mencionei anteriormente. A partir dai, o choque de realidade traz a reflexão e a construção de mais uma parte do seu eu.
         Nas novas descobertas, um ponto específico e que tem me feito quebrar paradigmas é o fato de ter me descoberto tímido, embora a minha realidade seja outra – em outro universo. Então, por menos dias que sejam, a nova vida vai sendo formada, novos rostos com histórias entram nela e, consequentemente, a sua mente vai expandindo.

         Foram só 2 dias e nem sei o que ainda me espera nos próximos 5, mas uma certeza é que farei das reflexões, aprendizados.

Portas abertas

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Por vezes não sabemos se ficamos tristes ou se ficamos alegres.

A natureza do ser humano tende a trazer a tristeza quando somos pegos de surpresa com novidades não tão boas para nós, embora não saibamos as reais consequências do que elas podem proporcionar...

Entretanto, enquanto a vida segue o seu curso, vemos se as tristezas foram passos de vitória e conquistas ou se foram a mais pura derrota, como normalmente é esperado, afinal, o ser humano nunca supera uma perda de um dia para o outro. Falo por mim, pelo menos.

Dizem que quando uma porta se fecha, outra se abre... Eu acredito nisto, mas na prática pode ser desgastante, confesso.

Hoje se fechou uma destas portas para mim, mas espero que a porta que eu entreabri hoje pela manhã esteja escancarada mais tarde e com isto, conseguir o que eu sempre quis... O sucesso naquilo que eu faço.

Temer ou não temer?

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Ser temido tem o seu lado bom, não há a mínima condição de falar que não tem. Respeito, urgência, reconhecimento te dão um up em qualquer local que nutre este sentimento por você. Claro que fofocas também são nutridas pelo tal, mas se você não der brechas para que constatem se é verdade ou mentira e sempre está reto em sua conduta, então será apenas uma dúvida.
No ambiente profissional, ser temível te faz ter muito respeito. As pessoas te tratam diferente por você não ser aberto a brincadeirinhas, o seu desempenho cresce, uma vez que não há espaço para as tais e você conclui o que é da sua incumbência rapidamente, ainda sobrando tempo para ideias. 
Entretanto, ter essa 'fama' não é boa em todas as áreas. Eu respeito demais os meus familiares e, entre eles, os meus irmãos e primos. Acho que a idade diz muito a respeito também; eu somente espero o respeito deles, mas por vezes acho que passo a ideia de ser temível. Tenho um irmão especial e me sinto muito mal quando ele parece me temer. Por que haveria de me temer, afinal? Somos todos iguais.
Somos todos feitos de carne e osso. Temos cérebro, coração e veias as quais passa o mesmo sangue. 
Não sou melhor do que ninguém, nem tento ser. Eu só quero o meu respeito aonde eu exigo respeito, mesmo que com isso venha o temor. Eu não quero ser temido por pessoas que eu não tenha tipo algum de cobrança e nem responsabilidades. Pessoas que assim como eu, só querem ir vivendo. Não quero que os meus pais, irmãos e nem amigos me temam. Só quero ser mais um respeitado com eles e para eles...

Verdade

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Conheço gente que se justifica acerca de não falar a verdade. Vem com o argumento de que a verdade tem que esperar o tempo certo para ser dita.
Como assim?
Esperar amenizar para, enfim, mostrar o que deveria ser visto há meses atrás?
Engraçado, porque estas mesmas pessoas compartilham frases no facebook dizendo que preferem 'uma verdade doída a uma mentira' que te fere mais tarde.
Se é para falar a verdade, que fale logo. Porque se é para verdade doer logo, então que doa. Dessa forma, talvez a dor seja tão forte que não precise de várias dores para, de fato, chegar à conclusão final.

Raízes

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Tenho orgulho da cidade onde nasci.
            Nasci em Bacabal, onde fui criado até os sete anos, idade em que mudei-me definitivamente para São Luís. Já conhecia a Ilha, pois costumava viajar para cá sempre que possível. Lembro de poucas coisas, mas o motivo – além de médicos, pois eu tinha uns problemas quando criança – era quase sempre único: visitar a minha irmã.
            Nunca conheci muito a minha cidade natal; digo, andar pelos pontos conhecidos e outras coisas. Tinha poucos amigos, que se perderam com o decorrer dos anos. Sete anos é uma idade curta para se carregar raízes (mas não impossível). Eu tenho a minha raiz em Bacabal e minha identidade prova isto. Entretando, as raízes culturais são firmadas em nosso âmago e, difícil dizer, mas uma hora desperta. Cedo ou tarde.
            Como disse no post anterior, fiz uma viagem a Recife e Olinda. Final de Janeiro e começo de Fevereiro nada mais são que datas pré-carnavalescas. Onde fui parar? Na terra do frevo! O dia seguinte em que cheguei a Recife, um amigo meu levou a mim e outros dois companheiros de viagem à Olinda, para curtirmos o tão falado pré-carnaval. E que pré-carnaval!
         Os dias em que passei lá foram inexplicáveis, em relação ao conhecimento da cultura e arquitetura de outros povos. Maracatu, frevo, blocos dos mais variados encheram os meus dias de alegria e descontração, entretanto...
            De volta à São Luís, há poucos dias andava pelas ruas do Centro Histórico da capital, quando de forma inesperada, todos entraram em clima de festa. Aqui também estava sendo realizado o pré-carnaval; logo, fomos à sua procura, obtendo êxito na busca.
            Algumas doses de bebidas típicas e um turbilhão de emoções ao bater de frente com um bloco tradicional da nossa Ilha dos Encantos. O coro lindo, os tambores vibrantes e um coração cheio de orgulho da terra onde eu me naturalizei.
            Não tenho repulsa ou desprezo algum por Bacabal. Tenho orgulho de ser mais um do interior do meu amado Estado do Maranhão, entretanto a minha cidade – no coração – é São Luís, Ilha dos amores. Local onde me firmei e construi a minha vida.
            Um viva à nossa Jamaica Brasileira!

Falta de iniciativa

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Paqueras.
Há pelo menos duas semanas atrás eu viajei com um grupo de amigos para um Congresso, e até aí não tem novidade alguma. Acontece que nesses congressos, a paquera rola solta e, não que eu seja um garanhão ou qualquer coisa do tipo, afinal não sou, mas paquerei algumas vezes e outras, fui paquerado.
Das paqueras que recebi, não estava interessado em tantas. Acho até que me comportei neste; provavelmente pelo foco inicial, de curtir a viagem. Entretanto, uma me chamou atenção...
Estava eu na  Praia de Casa Caiada, sexta-feira, show do Alceu Valença, quando eu olho para trás. Um misto de batucadas no coração, vertigem mental e visão desprivilegiada pela miopia (mas que não impossibilitou de ver tamanha formosura) se apoderou de mim.
Primeiro começou com olhares tímidos, embora dançássemos há alguns passos um do outro. A frequência dos tais aumentou e, assim, passamos a sorrisinhos – também tímidos – enquanto do outro lado havia comentários com a amiga e mais sorrisinhos com olhares em minha direção. Não pude deixar de notar a sua aura iluminada e dançante, tal qual como a minha estava.
Decidi dar uma volta e logo voltei, mas claro que estava mais próximo do meu alvo. Os meus amigos notaram o meu afastamento e começaram a me chamar para perto deles; inventei uma desculpa e logo eles aproximaram-se do local onde eu estava. Tomei uma posição em que me pusesse à sua frente, quando notei seus familiares por perto. Não tive certeza, mas era o mais óbvio.
Paqueramos o show inteiro, mas não tive iniciativa, não tive postura e muito menos dignidade. Alceu Valença deixou o palco, minha paquera deixou a praia com sua família e tudo o que eu recebi de todo o investimento visual, bucal e sentimental, foi um toque da sua mão em minhas mãos.
Nos perdemos de vista; não sei se foi embora ou se foi a outro local. Só tenho certeza de uma coisa. Se a sexta-feira supracitada fosse amanhã, então não perderia o meu tempo e algo eu faria, mas...
Amanhã é sexta-feira, só que infelizmente terei que conviver com o que poderia ter sido – e não foi.

Bons Reflexos

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Falar consigo em frente ao espelho é inútil?
De um modo geral, nunca acreditei muito nestes tipos de terapias; estas mesmo, em que a pessoa diante de um espelho falando coisas a si mesmo, palavras inspiradoras e motivadoras, mesmo a sua vida sendo um lixo. Nunca tinha conhecido alguém que fizesse isso e acredito ter sido isto que me fez ter aquele pré-conceito de que é coisa de gente lelé.
Tenho uma prima psicóloga e um dia saímos juntos para nos divertirmos, quando em determinado momento, não sei motivada pelo quê (não lembro qual argumento usei), ela revelou que toda manhã, ao acordar, tomava o banho e gastava alguns minutos em frente ao espelho, se elogiando. Disse que o dia já começava bem, uma vez recebido as palavras de alguém que ela tinha 100% certeza que a amava.
Deste dia em diante passei a pensar; algumas vezes até fiquei em frente ao espelho que me diria tantas palavras bonitas, entretanto, nunca havia feito tal terapia. Mas hoje resolvi fazer... Não pela manhã, mas agora, após a meia noite. Se receber tantos “Eu te amo”, “Você é lindo”, “Você é bom no que faz” e mais uma tonelada de grandes adjetivos pela manhã é uma terapia, então creio que antes de dormir faz um efeito também.
Dormir tendo ouvido “Eu te amo” de quem amamos é importante.
Senti verdade.
Mas não.
Não estou louco, carente e nem infeliz.
Só estou me amando.

Caridade sem intenção

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Fazemos caridade sem nem perceber.
Estes dias tem sido um pouco difíceis, tratando-se da parte que viajarei para Recife/Olinda em 5 dias e não tenho um puto no bolso. Hoje é o último dia de inscrição dos eventos e eu só tenho os R$ 100,00 necessários para tal. Na verdade, os R$ 100,00 são arredondados, pois retirando os R$ 2,10 da passagem que terei que pagar para voltar pra casa mais tarde, sobram R$ 97,90.
Mesmo com isso ainda me considero no lucro. Almocei for free com mais quatro amigos (com direito a refrigerante e sobremesa) e ainda peguei ônibus de graça para voltar ao trabalho (caso não tivesse acontecido, o dinheiro no caixa diminuiria para R$95,80). Existe coisa melhor que isso? Claro que existe, mas foi por causa desta tal passagem gratuita que resolvi escrever hoje.
Após o almoço, eu já estava atrasado para chegar ao serviço. O primeiro ônibus que passou foi o que eu peguei, já que o mesmo me deixaria na Praça Deodoro, que é há algumas ruas de onde trabalho. Acontece que eu tinha uma cédula de R$ 50,00 no bolso e era o que eu tinha para passar na roleta.
Ao apresentar a nota, a cobradora virou a boca como quem não estava gostando e disse que não tinha troco com a cara mais emburrada do mundo. Fiquei sem saber o que fazer, mas para pensar a respeito resolvi sentar em um dos bancos da frente, quando dou de cara com um adesivo que dizia que só eram obrigados a dar troco quando a cédula fosse até dez vezes maior que o valor da passagem, ou seja, eu teria que ter R$ 20,00 no bolso, mas não tinha.
Em silêncio continuei minha viagem e ao chegar no destino, ergui a cédula para a câmera na parte dianteira do ônibus e desci. Confesso que fiquei pensando na cobradora... Eu não fui com a cara dela; e não fui mesmo! Só não posso xingá-la de filha da puta, afinal, ela poderia ter pedido para eu descer e pegar outro ônibus e não o fez. Não disse obrigado, não dei tchau e sequer olhei pra ela ao descer, mas muito grato por ter economizado estes R$ 2,10 em um momento tão crítico. O almoço também teve a sua parcela de economia, mas este já era esperado, uma vez que o nosso eterno vereador (não eleito) sempre nos socorre.
Diante disso, fiquei pensando em quantas vezes a gente já fez caridade sem ao menos perceber. Por vezes fazemos as coisas, mas no coração está sem estímulo e vontade alguma. Enfim, o que importa no final é que a boa ação foi feita – de bom grado, ou não. Outro dia mesmo eu fiz a boa ação de deixar R$ 0,40 com a cobradora que não tinha troco, mas esta já é outra história.

Donos de nós

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O nome está aí: Dono de mim.
Poderia ter um sentido emotivo/libertário, entretanto, todo mundo bem sabe que eu não sou dono de mim coisíssima nenhuma e creio que em minha totalidade nunca o serei.
Não gosto de me enganar dizendo que as coisas são do jeito que eu quero, afinal, não são e até o fim dos meus dias poucas serão. Vivemos debaixo de vários julgos, então como teríamos a plenitude da liberdade? Se existe alguém que se define livre eu não sei, mas pra mim esta pessoa faz uma afirmação vã.
            Os vários fardos moralistas que levamos desde o nascimento acentuam-se no convívio com a sociedade em geral. Do shopping que frequentamos à empresa que trabalhamos vivemos com cargas sobre os nossos ombros e morreremos com as tais, enganados sobre uma liberdade que nunca realmente ocorreu.
            Falamos tanto na soberania da escolha, buscamos por ela tão arduamente e ao fecharmos nossos olhos, deitados em nossa confortável cama à noite, nos damos conta de que elas já estavam feitas antes mesmo de pensarmos em qualquer coisa para escolher.
            O certo e o errado já nos foi induzido.
            

 
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