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Sim ou não: uma resposta final

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Uma coisa que me deixa completamente possesso é a indecisão.
Claro que sempre temos os nossos momentos de indecisão. É normal! 
Mas viver em constante indecisão tira a credibilidade que pode lhe ser  atribuída, já que nunca pode-se tirar uma conclusão em que não fique dúvidas, como normalmente os amigos de pessoas íntegras fazem. 

What is a man?

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The society says men are whose like women and make out or play with girls. The same society says men need to be womanizers to prove their sexuality. Why do I need to prove something to society if I am the only one who live my life? Am I being a damn-fucked-nonsense guy just for thinking that?

Being a man is more than a gender, more than a status. Being a man is how you behave with elderlies or how you respect people around you or not. Is how you see life changing next to you and how you will face the consequences of your acts.

I am tired of being judged by people whose only think the way they think about something is the unchanged truth. I am tired of being misunderstood just because I like something anyone else or the most don’t.

Do I need to be as everyone? Don’t I really need to do what I want just expecting to be accepted?

Do I need to make the things just because the society wants? What about my point of view? What about my tastes and decisions? And my traumas, my desires? It needs to be like everybody feel?

What I think is more important: to be me. To be the one who act like an original person, not copies, not robots.

In another words: I am just… myself.


And fuck the world.

A reversão

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Quão doce era poder andar com ele, sentir a corrente de ar gélido em seu rosto a ponto de lhe parecer o retorno da adolescência, traduzindo a lividez de situações atuais consternadas em uma pluralidade de cores quentes que lhe ateavam as maçãs do rosto.

Há muito havia perdido o desejo por novas sensações, visto a cadeia de preceitos plangentes lhe atribuídos em tão alta velocidade que já nem sentia o peso da sua ausência. A vida assimilava-se ao ontem não vivido, que além das frustrações desencadeadas, reavivava ainda mais o sentimento de impotência acerca do futuro que a seu ver era imutável.

Ele, por fim, chegou. Decorrente de tão abismo interno e despedaçado coração. A rejeição, a desmotivação por viver e escassez de altruísmo conduziram ao extremo estado de melancolia, tornando dias ensolarados em noites escuras, impiedosas e álgidas. Finalmente, após meses em trevas, ele surge com a luz que faltava. Traz a esperança em um filete de claridade, que após dias em batalha interna e externa transformava a vulnerabilidade em intrepidez em face das amargas desilusões.


O lampejo fez-se despertador e o trouxe enfim, o amor próprio.

 
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